segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O específico fílmico



Há 13 anos, quando tive o privilégio de conhecer o jornalista e crítico de cinema Décio Lopes, essas duas palavras que compõem o título do post não mais me abandonaram. Nossos laços de amizade foram firmados pelo ávido desejo de defender o cinema como expressão artística autêntica e original. Seul le cinema pregaria também Godard em seu belíssimo Histoire du Cinema.
Na segunda passada, Juiz de Fora ficou órfã; a barba de Décio parou de crescer.
Ao amigo, fica esta pequenina homenagem.

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