sábado, 27 de junho de 2009

A didática de um bom exemplo

Glauber, Freud e as vedetes


Época em que a televisão produzia obras, não somente horas de programação como nos últimos 15 anos.

Folhas de outono


Chet Baker - Trompete
Paul Desmond - Sax Alto
Ron Carter - Baixo Acustico
Bob James - Teclado
Steve Gadd - Bateria
Performance da época do album She was too good to me, de 1974.

Aula de cinema


Exploração fantástica do espaço/cenário e revelação da "mola dramática" com a sofisticação de um grão-mestre. A cena desliza da imagem-movimento para a imagem-tempo. O espaço vira espaço qualquer. Único!

Lao-Tse e o intuitivo cósmico


Para conhecer o mundo não é necessário viajar pelo mundo.

Pode-se conhecer o mundo sem nunca ter viajado.

Pode-se conhecer os segredos do mundo sem olhar pela janela.

Quanto mais distante alguém divaga menor é o seu saber.

Portanto o sábio alcança a sabedoria sem erudição;

Alcança a sua meta sem se debater;

Identifica as coisas sem as ver;

Conquista sem intervir.

Assim termina sua jornada sem viajar.

Sinto como ninguém o ritmo do jazz-band


NÃO SEI DANÇAR
UNS TOMAM ÉTER, outros cocaína.
Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria.
Tenho todos os motivos menos um de ser triste.
Mas o cálculo das probabilidades é uma pilhéria...
Abaixo Amiel!
E nunca lerei o diário de Maria Bashkirtseff.
Sim, já perdi pai, mãe, irmãos.
Perdi a saúde também.
É por isso que sinto como ninguém o ritmo do jazz band.
Uns tomam éter, outros cocaína.
Eu tomo alegria!
Eis aí por que vim assistir a este baile de terça-feira gorda.
Mistura muito excelente de chás...
Esta foi açafata...
- Não, foi arrumadeira.
E está dançando com o ex-prefeito municipal:
Tão Brasil!
De fato este salão de sangues misturados parece o Brasil...
Há até a fração incipiente amarela
Na figura de um japonês.
O japonês também dança maxixe:
Acugelê banzai!
A filha do usineiro de Campos
Olha com repugnância
Para a crioula imoral,
No entanto o que faz a indecência da outra
É dengue nos olhos maravilhosos da moça.
E aquele cair de ombros...
Mas ela não sabe...
Tão Brasil!
Ninguém se lembra de política...
Nem dos oito mil quilômetros de costa...
O algodão do Seridó é o melhor do mundo?... Que me importa?
Não há malária nem moléstia de Chagas nem ancilóstomos.
A sereia sibila e o ganzá do jazz-band batuca.
Eu tomo alegria!

The good, the Bad and the Ugly


É difícil apontar qual deles é o mais genial. Agora, o mais repugnante e estúpido é o Welles, que ignora Robert Bresson, nem sequer o fita. Mal estar da civilização no festival de Cannes de 1983.

Quintessence


Goldratt é a pedra angular na descoberta de restrições de processos, gargalos. Seus livros "A meta" e "Não é sorte", são para um estudo constante, verdadeiros alcorões administrativos.

Transfiguração peregrina


"Não há realismo no cinema americano. Nada de realismo, mas aquilo que vale mais: uma grande verdade" (Jean Renoir)
Próximo da tragédia ou de uma mitologia mágica que estiliza e transfigura o mundo moderno, em The Band Wagon a sutileza minnelliana, ajudada pela graça de Fred Astaire, concilia o hoje e o ontem, o anjo e a besta, o rosa e o negro.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Prazeres


Brecht escreveu um poema entitulado Prazeres, descrevendo o que lhe dava alegria na vida.
Eis o poema:
“A primeira olhada pela janela de manhã.
O velho livro de novo encontrado.
Rostos entusiasmados.
Neve, a mudança das estações.
O jornal.
O cão.
Tomar banho.
Nadar.
Velha música.
Sapato confortável.
Perceber.
Nova música.
Escrever, plantar.
Viajar.
Cantar.
Ser amigo.“

O meu Prazeres:
“Acordar ao lado da mulher amada, o sol nascendo no horizonte.
Caminhar, o alarido de pássaros, cães, copas de árvores. Céu azul.
Café, pão de queijo, broa de fubá, chocolate branco. Cerveja, picanha, costela ao bafo, bacon.
Cinema, música, poesia, pintura, perfumes.
Deleuze, Heráclito, Goldratt, Semler,ministrar palestras.
Futebol, tênis, Snoopy, perna longa.
Família, Amigos, Juiz de Fora.
Memórias. O ordinário e o extra-ordinário.
Religiosidade, momentos de epifania, espiritualidade.”

Qual é o seu?

A criatividade nunca satisfeita


Joni Mitchell, uma eterna variação sobre o tema da dualidade razão/coração – por um lado fala a senhora que se julga, pelo outro a mulher que se devora de paixão. Amelia/Mitchell é alguém reconciliada com sua fraqueza, reconfortada com a imperfeição de sua força.

Ai meu Deus que saudade da Amélia
Aquilo sim que era mulher.
É isso aí Ataulfo e Mário Lago.

Love distance


Projeto criado pela agência japonesa GT Tokyo para a Sagami Original, que fabrica o preservativo mais fino do mundo, de 0,02mm. O vídeo mostra um casal de namorados que moram nas cidades de Fukuoka e Tóquio, distantes em 1000Km. Para se encontrarem na noite de natal, eles decidem correr um em direção ao outro, sendo a corrida transmitida ao vivo por um site que fazia você escolher o homem ou a mulher para assistir ao lado da história correspondente.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Rest in peace Michael


1958-2009.
Não dá para ficar indiferente. Até meados dos anos 80, em seus trabalhos com Quincy Jones, Michael Jackson foi um verdadeiro astro pop. Dos 90 para cá, sua arte deu lugar às polêmicas.

Just do it


Apresentação no TED de Richard St. John's, autor do livro Stupid, Ugly, Unlucky and Rich: Spike's Guide to Success .
8 características/motivos que conduzem ao sucesso: Paixão, Trabalho, Foco, Persistência, Idéias, Seja Bom, Servir e Empurrão.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Autoavaliação


Grande Professor, profissional e pessoa, Adão Ladeira ministrou um dos melhores módulos no MBA de Gestão de Negócios. A dinâmica da aula, os cases e os vídeos foram de uma aprendizado sem igual.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Apple na frente


Em pesquisa realizada pela Brandchannel, em 2008, olhando-se para as tendências que regem as mentes dos profissionais em branding (marca) a Apple se destacou.
Abaixo, as mais votadas para cada pergunta.
Qual a marca que você mais gostaria de sentar próximo em uma mesa de jantar?
* Apple
* Virgin
* Google
* Coca-Cola
* Nike

Qual marca, se voltássemos a 100 anos atrás, teria o maior impacto na história?
* Apple
* Microsoft
* Google
* Coca-Cola
* Ford

Qual marca você gostaria de debater?
* Microsoft
* Apple
* Coca-Cola
* McDonald´s

Que marca mais te inspira?
* Apple
* Nike
* Coca-Cola
* Google
* Starbucks

Se você pudesse descrever você mesmo como uma marca, qual seria?
* Apple
* Nike
* Coca-Cola
* Virgin
* BMW

Qual marca tem a maior possibilidade de revolucionar a indústria nos próximos 5 anos?
* Apple
* Google
* Facebook
* Nike

Como se vê a Apple, com todo o seu posicionamento e comunicação voltado exclusivamente (pelo menos por enquanto) para o consumidor final, está claramente em primeiro lugar em quase todas as perguntas.
Devido a sua cultura inovadora e voltada para o cliente, a Apple acaba por passar uma imagem revolucionária na mente das pessoas. Ela inspira as pessoas e ao mesmo tempo cria uma expectativa como empresa de que sempre estará a frente de todos.

Exemplo de neo-realismo interior


Parece Antonioni, mas é Edward Hooper e sua América secreta.

Valsinha


O impressionismo sutil de Evans e o entendimento telepático dos músicos fazem desta canção uma das mais belas de toda história da música.

Mais um


Novo filme de Martin Scorsese, novamente com DiCaprio estréia em outubro.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ritualismo autofágico


"...Surgiram costumes loucos
e mesmo outros sentimentos.
- Que século, meu Deus! diziam os ratos.
E começavam a roer o edifício."

Mudanças acontecem


Este vídeo foi exibido na minha primeira aula de MBA no IBMEC em outubro de 2007. Se não me engano, é de autoria do grande Marcos Vono, da Veris.
Como o reencontrei no youtube, resolvi divulgá-lo aqui.

"Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

...O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente."

sábado, 20 de junho de 2009

A arte mais espiritual



O cinema, dentre todas, é a arte mais espiritual. Coloca o homem diante do mundo e mostra a alma no corpo.

O ser e o tempo da poesia


Matière et mémoire. Cinema de Tarkovsky: quarta dimensão.
O cinema é a expressão artística em que a memória é escrava; ele se projeta.

O imortal soluço da vida


"...Nenhum crítico disse (ou quis dizer) o que uma criança de 12 anos, um pouco catequizada, descobrirá imediatamente: o ladrão é o homem, é você, sou eu; ele está nas mãos de Deus - este policial de olhar indulgente ou terrível; mas o ladrão se revolta por orgulho, pecado supremo; ele é mau protegido pelo seu anjo da guarda, o amigo idiota, e de queda em queda, a graça divina caminha nele, assumindo a fisionomia de uma jovem, um pouco simplória a princípio, mas que se torna sublime no final..."
Louis Malle, em Arts (30/12/1959).

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O homem e seu tempo, seus sonhos


Entrevista com a escritora e feminista Rosiska Darcy de Oliveira no Programa Provocações da TV Cultura.

O Novo Mundo de Prometeus


"...Um sábio declarou a O Jornal que ainda falta
muito para atingirmos um nível razoável de
cultura. Até lá, felizmente, estarei morto.

Os homens não melhoraram
e matam-se como percevejos.
Os percevejos heróicos renascem.
Inabitável, o mundo é cada vez mais habitado.
E se os olhos reaprendessem a chorar talvez fosse um segundo dilúvio..." (CDA)

Buda sobre a casa em chamas


Parábola de Brecht.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Tempos exponenciais


Dados de 2006, heim. E hoje então, como estarão estes dados exponenciais?
Que mercado a ser explorado pelos R&D (P&D) das companhias, não?

Humano, demasiado humano





Enquadramentos cinematográficos. Este é Will Eisner.

Nós, os camaleões minguantes


* "Uma das características mais essenciais das mudanças na organização do trabalho da new economy dos últimos 15 anos foi o enfraquecimento das relações e vínculos entre as pessoas. Elas perderam a identidade, estão concentradas somente no efêmero, transformaram-se em camaleões. Fizeram de tudo para aumentar seu valor de mercado, orientando-se não pelo lucro de longo prazo, mas somente pelas cotações imediatas de suas ações..."

* "...Quando se vive numa organização que funciona como uma porta giratória – com pessoas entrando e saindo incessantemente – fica difícil criar um vínculo com o lugar. As relações com outras pessoas, que se encontram na mesma situação, não se aprofundam, pois o período de convivência diminui. As pessoas não criam uma base de confiança entre si e o resultado disso é uma solidariedade cada vez menor. Aí está, por exemplo, a grande dificuldade de integrar pequenos e médios funcionários da new economy em sindicatos. Eles simplesmente não compreendem o que é isso..."

* Trechos de Richard Sennett, sociólogo americano, durante um congresso, em Berlim (2009).

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Ingrid Bergman: Múmia destilando ternura


Mas o que é, oh! O que é que subitamente falta em qualquer coisa?
E subitamente tudo é, para mim, força e presença.

Breviário de decomposição


“Só a partir de Beethoven a música se dirige aos homens: antes, só conversava com Deus. Bach e os grandes Italianos não conheceram esse deslize para o humano, esse falso titanismo que altera, desde o Surdo, a arte mais pura. A torção do querer substituiu as suavidades; a contradição dos sentimentos, o ímpeto ingênuo; o frenesi, o suspiro disciplinado. O pecado fluía antes em doces prantos; veio o momento em que transbordou: a declamação venceu a oração, o romantismo da Queda triunfou sobre o sonho harmonioso da decadência...
Bach: languidez de cosmogonia; escada de lágrimas por onde sobem nossos desejos de Deus; arquitetura de nossas fragilidades, dissolução positiva — e a mais alta — de nossa vontade; ruína celeste na Esperança..."

Sutileza e Sofisticação


Balada pop que beira a perfeição!

Jamais Fomos Modernos


Desde o século XVIII, o ocidente se examina sem parar e se julga. Esse desmedido interesse por si próprio não é simples narcisismo: é angústia diante da morte. No apogeu de sua civilização, os gregos inventaram a tragédia; inventaram-na por um excesso de saúde, segundo Nietzsche. A consciência histórica nasceu com o Ocidente e quem diz história diz consciência da morte. Assim, se o cristianismo inventou o exame de consciência, a modernidade inventou a crítica.

Mingus e suas workshops


Na obra do baixista Charles Mingus coexistem o lirismo, o transe e um certo caos organizado. Peggy's Blue Sklight tem a pegada expressionista que o coloca entre os maiores músicos de Jazz. Sua morte nos final dos 70, fora causada por uma progressiva degenerescência muscular.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Qual é o seu exemplo?

Parece que virou regra hoje em dia


Atualmente, muitas empresas terceirizam seu call center. Estratégia um tanto equivocada, em especial na fidelização de clientes.

Para não virarmos commodities


A leitura do livro é obrigatória! E após lê-lo, torna-se livro de cabeceira.

A criação do uni-verso

A única filosofia que realmente importa é a do amor. E o cinema é a crença desvairada no amor. Em seus filmes, Cassavetes mistura o irrisório e o sublime imersos na loucura americana de todos os dia.


O tradicional e o rupestre

Jonathan Richman é um poeta semi-dádá, semi-incompetente e, como músico, bastante pior.
Revela-se um verdadeiro mestre do "sem-mestre". Capaz de reconverter a linguagem densa dos Velvet Underground à sua simplicidade inicial.


Alguns profetas de Aleijadinho

Jonas

"O barroco é barroco nesta escultura. Jonas inclina-se perigosamente em uma diagonal que fala por si. É a expressão. A dramática dos gestos, centrada no rosto voltado para o alto, boca aberta, parece indicar sonho e contemplação, admiração e alucinação."

Isaías

"Para além da desproporção anatômica desta escultura, encimada por uma cabeça escultural das mais preciosas do adro, encontra-se a expressão, quase patética, de um ser concreto, dentro-da-vida, sem misticismo abstrato. O corpo é, todo ele, o gesto impositivo da mão a dizer: "olha o texto!"

Ezequiel

"É todo gesto em movimento, acentuado pela inclinação em diagonal dos ombros e da cabeça. Embora a cabeça pareça esculpida em função da expressividade do corpo - que "caminha", como se girasse em torno de si mesmo -, sua expressão facial demonstra uma vivência de sonhos. Mas é o todo do corpo contorcido que nos informa ser o movimento da alma um equilíbrio estável"

Textos extraídos do livro "Idéias Filosóficas do Barroco Mineiro", do professor Joel Neves. Essencial aliás.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Refinamento e destilação em Dostoievski



"Era uma noite maravilhosa, uma dessas noites que apenas são possíveis quando somos jovens, amigo leitor. O céu estava tão cheio de estrelas, tão luminoso, que quem erguesse os olhos para ele se veria forçado a perguntar a si mesmo: será possível que sob um céu assim possam viver homens irritados e caprichosos? A própria pergunta é pueril, muito pueril, mas oxalá o Senhor, amigo leitor, lha possa inspirar muitas vezes!..." (início do romance Noites Brancas)
Aí nos perguntamos: onde está a linha tênue entre a apresentação de um personagem sentimental em primeira pessoa e a criação de um texto sentimental? Não cabe aqui classificar este início como bom ou ruim; é legítimo. E isto basta!

Encontro com o divino

Na série de TV, Jazz - Um Filme de Ken Burns, co-produzida pela PBS (rede pública de TV americana) e a BBC inglesa, de 12 episódios, há um dado momento em que o crítico Stanley Crouch revela que ao morrer, será enterrado ao som de Autum in New York, versão com a Billie cantando. Epifania pura... Sublimação.

Ninguém foi mais blue que Billie

Ao menos no modo de cantar.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ian Dury and the Blockheads

Poeta e filosofo das ruas londrinas, Dury distingue-se dos outros nomes da new wave pelo seu humanismo atemporal, acima das modas e tendências. É o velho eternecido ou o moleque rebelde, o homem apaixonado ou a criança descobrindo o brinquedo do mundo. Reúne em seus discos um número vastíssimo de influências musicais (o music hall britânico, o jazz, o punk, o disco, o reggae, a balada). Dury é o punk se examinando escrupulosamente, fingindo gostar do que vê. Abaixo, dois clássicos para conferir toda a teatralidade deste músico que teve poliomielite na infância e morreu de câncer em 2000. O primeiro vídeo, conta com a presença do guitarrista Micky Jones do The Clash.



segunda-feira, 8 de junho de 2009

O plano médio


Personagens de Paul Klee numa casa de Miró.

Está consumado


Fred Perry, Don Budge, Rod Laver, Roy Emerson, Agassi e agora o suíço. Career slam completo, fechado. Além do career slam, Federer iguala-se a Sampras: 14 títulos de Grand Slam. Será que vai parar por aí? Tomara que não...

Lição



«A fragilidade das ciências ditas humanas deve-se talvez a isto: são ciências da imprevisão (…) o que imediatamente altera a ideia de ciência: a própria ciência do desejo, a psicanálise, não deixará de morrer um dia, ainda que muito se lhe deva, assim como Teologia; e isto porque o desejo é mais forte do que a sua interpretação ».
É Barthes, teologia é a ciência do desejo... E o desejo é o que revela a nossa incompletude.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Quem vai parar o Cara?


Lakers abre a final sobrando, sobrando contra o Magic. Bryant bateu seu recorde de pontos em um jogo de playoff, 40.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ligar ou não ligar?


Saber ligá-los, that's the question!

O que Sloan acharia disso?



A GM pediu concordata por meio da Lei de Falências da constituição norte-americana. Uma das maiores de toda a história da economia mundial será acompanhada de perto pelo governo Obama. O processo de recuperação durará entre 60 e 90 dias e o resultado será o controle de 60% do capital da empresa pelo governo americano.

Pré-cinema

Parece Bressane, mas é Velasquez;



Parece Tarkovsky, mas é Rubens;


Parece Bresson, e é Manet;

Une partie de campagne


O relógio indica o momento. Mas o que indica a eternidade?

Em que perfil se encaixar?


Depende do ponto de vista de cada um...

Persistência é tudo


Só não consegue quem desiste!

O godard mais recente II


Está aí o quem vem pela frente.

Entre a Ciência e a Sapiência


O que não se ensina nas escolas.

Les mots et les choses


Educação Sentimental.