sábado, 20 de junho de 2009

O imortal soluço da vida


"...Nenhum crítico disse (ou quis dizer) o que uma criança de 12 anos, um pouco catequizada, descobrirá imediatamente: o ladrão é o homem, é você, sou eu; ele está nas mãos de Deus - este policial de olhar indulgente ou terrível; mas o ladrão se revolta por orgulho, pecado supremo; ele é mau protegido pelo seu anjo da guarda, o amigo idiota, e de queda em queda, a graça divina caminha nele, assumindo a fisionomia de uma jovem, um pouco simplória a princípio, mas que se torna sublime no final..."
Louis Malle, em Arts (30/12/1959).

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