
Ricardo Semler é um dos poucos a defender que as organizações não evoluíram tanto como imaginamos.
Fala-se muito atualmente em capital humano. Expressão um tanto pomposa. Aí as nações entram em uma crise financeira e o que as empresas fazem: "reduzem" capital (?), demitem seu capital. Mas não era para ser o contrário? Que máquina do mundo dispensa capital? Infelizmente Capital Humano é mais um termo acadêmico.
Semler, Mintzberg, Gaulejac e mais uns poucos fazem parte da contra-cultura. Realmente temos mais a aprender com Jung e Foucault do que com Peter Drucker.
Não Semler, você não está louco; loucos somos nós!

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