
Um dos quadros que mais gosto. A composição insólita, com a vítima central de braços erguidos na pose simbólica de um Cristo crucificado (detalhe na palma da mão direita) é de uma expressão ímpar. Segundo críticos, pela primeira vez a guerra é descrita como fútil, sem heróis, constituída somente por assassinos e mortos.

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