

"Na casa de Pieter de Hooch, como na de Terborgh ou na de Vermeer, tudo vive e fala; percebe-se que a chaleira está quente, que a cadeira acaba de ser usada e a tapeçaria de ser pisada, que o cão de lareira aguarda os pés que irão apoiar-se nele, que todas essas coisas tão asseadas estão porém um pouco gastas, que a sombra errante se impregna do calor da mão."
(Elie Faure, in A Arte Moderna)

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